16.8.07
Coisas do dia a aid. II
Minha. Cajuína endiabrada
Mono-cicleta cervical
Serviçal de punho justo
Céu, chupeta e fantasia
Arma preta estomacal
No caribe da Azia
Seco. Sal no olho do redondo
Pisca o sul, balança o mapa
Tapa Deus com betoneira
Vaca, aranha e sopa fria
Tapa tu com essa cegueira
Saco, sapo e doentia
Claro. Te acompanho até a torta
Que ela não volte tão cedo
Que ela não saiba do meu medo
De não saber chupar o dedo
A mim, não flácido, desejo:
Que tudo entre pela porta
Sol. Sempre sorvete
Para sempre servente
Dos meus óculos maduros
Tu não limpa tais joelhos
Desses amigos dissolventes
Tampouco lhe escova os dentes
Pára. Dessa prosa inconseqüente !
Saco. Teu sujeito é presente !
Cela. Monta o monte delinqüente !
Chora. Morre o morto fica a gente !
Pesa. Que eu te compro nova mente !
Mais. Pro teu corpo tão doente !
d.B. Cooper


criado por sheppa
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